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POLÍTICA

“Vamos sair de um para cinco restaurantes populares em Rio Branco”, diz Bocalom ao anunciar expansão da ação social

“Vamos sair de um para cinco restaurantes populares em Rio Branco”, diz Bocalom ao anunciar expansão da ação social

O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, afirmou na manhã desta sexta-feira, 27, que a Capital passará por uma ampliação significativa na rede de restaurantes populares, com a implantação de quatro novas unidades em diferentes regiões da cidade.

Durante agenda pública, o gestor destacou que, ao assumir a prefeitura, encontrou o único restaurante popular em situação de abandono, mas que o espaço foi reativado e hoje atende mais de 500 pessoas diariamente na região da Baixada.

Segundo ele, a meta agora é descentralizar o serviço e ampliar o acesso à alimentação para a população em situação de vulnerabilidade.

“Hoje serve mais de 500 refeições por dia lá na Baixada. E agora a gente precisa espalhar esses restaurantes por toda a cidade”, afirmou.

De acordo com Bocalom, os novos equipamentos serão instalados nos bairros São Francisco, Tancredo Neves, Cidade Nova e Calafate. Ele ressaltou que os recursos para a execução das obras já estão assegurados por meio de emendas parlamentares destinadas por deputados estaduais e pelo senador Sérgio Petecão.

O prefeito fez questão de agradecer aos parlamentares que contribuíram com a destinação dos recursos, entre eles Antônia Lúcia, Roberto Duarte e Eduardo Veloso.

Na avaliação do gestor, a ampliação da rede representa um avanço importante na política de segurança alimentar do município. “Não tenho dúvida que isso é segurança alimentar. Nós sabemos que moramos numa capital muito pobre e que ainda há muitas pessoas que passam necessidade de se alimentar”, pontuou.

Com a implantação das novas unidades, Rio Branco passará a contar com cinco restaurantes populares em funcionamento. Bocalom destacou, no entanto, que a manutenção desses espaços exige planejamento financeiro, já que os custos operacionais são elevados.

“É um investimento que vai demorar um bom tempo para se fazer novamente, porque manter um restaurante popular não é barato”, destacou o gestor.