Durante encontro realizado no auditório Flaviano Melo, na sede estadual do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), em Rio Branco, na manhã desta quinta-feira, 12, a deputada estadual Antonia Sales comentou, antes do anúncio oficial, sobre o processo de escolha do nome que poderá compor como vice na chapa da pré-candidata ao governo do Acre, Mailza Assis.
O evento foi organizado pelo diretório estadual do MDB e contou com a presença de filiados, simpatizantes e lideranças políticas. A recepção à pré-candidata foi conduzida pelo presidente do partido no estado, Vagner Sales.
Em entrevista, Antonia Sales afirmou que o partido possui três nomes colocados para a disputa interna e que a definição deverá ocorrer por meio de diálogo e entendimento entre as lideranças.
“Nós temos três candidatos, então eles vão se sentar para indicar um nome de consenso. Eles precisam chegar a esse acordo, porque isso depende também da Executiva do partido. A nossa vice-governadora escolheu o MDB para indicar o vice, e nós nos sentimos muito honrados por isso. Agora cabe à diretoria seguir o rito e construir essa decisão”, declarou.
A parlamentar disse acreditar que o desfecho ocorrerá de forma pacífica e que o nome escolhido deverá representar unidade entre os partidos aliados.
“Tenho certeza de que será um consenso que vai agradar a todo mundo, porque os partidos estão unidos. Nós estamos unidos nesse projeto”, acrescentou.
Antonia Sales também destacou o simbolismo da possível eleição de uma mulher para comandar o governo do Acre e relembrou a participação feminina na história política do estado.
“Nós já tivemos uma mulher governando, a Yolanda Pélémi. Depois tivemos outras candidaturas femininas, mas desde então só homens governaram. Eu, como mulher, fico muito feliz porque acredito que teremos uma mulher à frente do nosso estado, uma gestora que se identifica com as mulheres acreanas e que pode governar com um tempero a mais: além da razão, com o coração”, afirmou.
Segundo a deputada, caso o MDB indique o vice na chapa de Mailza Assis, o cenário poderá marcar um momento histórico para a política acreana. “Seria histórico termos duas mulheres comandando o Estado. Com certeza seria algo muito positivo para o Acre”, concluiu.
