O ex-senador Jorge Viana (PT) disse hoje (5), durante a entrega de 1,6 mil máquinas aos municípios do Acre, com a presença do ministro Waldez Góes, que não há como administrar um Estado como o Acre sem a presença do governo federal. Para o petista, é preciso não olhar a cor partidária e esquecer as ideologias.
“Não dá para o Acre deixar de mão o governo federal. Não tem como. Nós fomos, 62 anos Território, nós ainda temos muitos problemas. E onde eu me dei melhor foi quando eu tratei com respeito o presidente da República Fernando Henrique Cardoso e o presidente Lula. Foi dali que saíram todas as obras que eu consegui fazer. E o PT e o PSDB eram adversários, em alguns pontos, inimigos. E eu fui lá e coloquei um vice do PSDB”, ressaltou Jorge Viana.
O pré-candidato ao Senado afirmou, ainda, que parte dos políticos do Acre sofre de síndrome de não reconhecimento, ao ter uma espécie de ‘alergia’ ao falar o nome do presidente Lula.
“Se você é candidato ao governo, quer ser senador, não pode fazer guerra ideológica. Se você for fazer isso, aí vai prejudicar as pessoas que te elegeram. São mais de R$ 200 milhões de investimentos, 1,6 máquinas que vão para todas as prefeituras. O presidente Lula fala: ‘eu não olho a carteira de filiação partidária. Agora, os políticos do Acre fazem, às vezes, mau uso dos cargos, às vezes, porque não dizem o nome do presidente, não reconhecem quando fez. Ficam dizendo: ‘é emenda minha, é emenda minha’. Não é dinheiro do governo federal”, disse Jorge Viana.
