A deputada federal Meire Serafim, do União Brasil do Acre, ajudou a enterrar o relatório da CMPI do INSS, rejeitado na madrugada deste sábado (28/3), em Brasília. Ela foi um dos 19 parlamentares a votar pela rejeição do relatório elaborado pelo deputado federal, do partido dela, Alfredo Gaspar.
Além de Meire Serafim, votaram pelo arquivamento, os senadores e deputados: Soraya Thronicke (Podemos-MS), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Jaques Wagner (PT-BA), Eliziane Gama (PSD-MA), Humberto Costa (PT-PE), Jussara Lima (PSD-PI), Rogério Carvalho (PT-SE), Augusta Brito (PT-CE), Teresa Leitão (PT-PE). Os deputados foram: Átila Lira (PP-PI), Orlando Silva (PCdoB-SP), Rogério Correia (PT-MG), Ricardo Ayres (Republicanos-TO), Alencar Santana (PT-SP), Paulo Pimenta (PT-RS), Lindbergh Farias (PT-RJ), Neto Carletto (Avante-BA), Dorinaldo Malafaia (PDT-AP).
Os votos favoráveis ao relatório de Alfredo Gaspar foram os senadores e deputados federais: Magno Malta (PL-ES), Marcio Bittar (PL-AC), Izalci Lucas (PL-DF), Eduardo Girão (Novo-CE), Rogério Marinho (PL-RN) e Damares Alves (Republicanos/DF). A lista de deputados é composta Coronel Fernanda (PL-MT), Coronel Chrisóstomo (PL-RO), Marcel Van Hattem (Novo-RS), Bia Kicis (PL-DF) e Adriana Ventura (Novo-SP).
O documento elaborado por Alfredo Gaspar recomendava o indiciamento de mais de 200 pessoas. Entre elas, parlamentares, ex ministros, dirigentes de estatais e entidades associativas, além do filho do presidente da República, o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”.
