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POLÍTICA

Gladson Camelí define que secretários devem dar preferência ao pagamento de despesas prioritárias em 2026

Gladson Camelí define que secretários devem dar preferência ao pagamento de despesas prioritárias em 2026

O governador Gladson Camelí definiu nesta terça-feira (24/2) como será utilizado o Orçamento, provenientes de recursos próprios, pelo Poder Executivo. A matéria consta em um decreto publicado no Diário Oficial do Estado (DOE).

As regras se aplicam a toda a Administração Pública direta, autárquica e fundacional do Poder Executivo, assim como às empresas públicas e às sociedades de economia mista classificadas como dependentes, e ainda, no que couber, às demais sociedades em que o Estado detenha, direta ou indiretamente, a maioria do capital social com direito a voto.

O texto também revela que as unidades administrativas, responsáveis pelo planejamento de cada órgão e entidade do Poder Executivo, ficam sujeitas à orientação normativa e à supervisão técnica da Secretaria de Estado de Planejamento (Seplan). Além disso, estas devem prestar, tempestivamente, informações que subsidiem a gestão orçamentária, o monitoramento e a avaliação do cumprimento das metas estipuladas na Lei nº 4.282, de 27 de dezembro de 2023, e nas demais normas pertinentes.

O decreto também veda aos órgãos e entidades a utilização de cotas orçamentárias e financeiras em despesas discricionárias antes do atendimento de despesas prioritárias.

Só de arrecadação de impostos, o Estado deve receber R$ 9.334.260.396,61. Janeiro e fevereiro a arrecadação passa de R$ 1,6 bilhão. Mas, a maior arrecadação deve se concentrar em novembro e dezembro, quando alcança quase R$ 2 bilhões. Entre os impostos e repasses federais está o FPE, ICMS, IPI, IPVA, IRRF, ITCMD, além de outras taxas.

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