O Estado do Acre não aparece entre os 19 estados e o Distrito Federal que registraram, em 2025, a menor taxa de desemprego da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira, 20, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
Enquanto o Brasil fechou o ano com taxa média de desemprego de 5,6% — a menor já registrada na série — o Acre encerrou 2025 com índice de 6,6%, acima da média nacional.

De acordo com o levantamento, alcançaram a menor taxa de desocupação desde o início da série estados como:
Mato Grosso (2,2%)
Santa Catarina (2,3%)
Mato Grosso do Sul (3%)
Espírito Santo (3,3%)
Paraná (3,6%)
Rio Grande do Sul (4%)
Minas Gerais (4,6%)
Goiás (4,6%)
Tocantins (4,7%)
São Paulo (5%)
Paraíba (6%)
Ceará (6,5%)
Pará (6,8%)
Maranhão (6,8%)
Bahia (8,7%)
Amazonas (8,4%)
Amapá (7,9%)
Sergipe (7,9%)
Rio Grande do Norte (8,1%)
Distrito Federal (7,5%)
O Acre, com 6,6%, ficou fora do grupo que atingiu a mínima histórica.
Outro dado que chama atenção é o nível de informalidade. Enquanto a média nacional foi de 38,1%, o Acre registrou 45,2% de trabalhadores em situação informal — índice superior ao do país.
Segundo o IBGE, trabalhadores informais não têm garantias como 13º salário, férias remuneradas, seguro-desemprego e cobertura previdenciária.
No quesito rendimento médio mensal habitual, o Acre também aparece abaixo da média brasileira, que foi de R$ 3.560. No Estado, o rendimento médio ficou em R$ 2.794.
