..::data e hora::.. 00:00:00
gif banner de site 2565x200px

POLÍTICA

Em nota, Gladson Cameli diz que é "boato de período eleitoral" a terceirização do Hospital de Brasileia

Em nota, Gladson Cameli diz que é "boato de período eleitoral" a terceirização do Hospital de Brasileia

“Hospital de Brasiléia continuará 100% gratuito”, afirma Gladson ao desmentir boatos de cobrança por serviços oferecidos na unidade de Saúde

O Governador do Acre, Gladson Cameli, divulgou nota pública nesta quarta-feira, 18, para desmentir informações falsas que circulam nas redes sociais sobre uma suposta mudança na gestão e cobrança de atendimentos no Hospital de Brasiléia. Segundo o comunicado, a unidade permanece sob responsabilidade da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) e seguirá oferecendo atendimento integralmente gratuito à população.

De acordo com Gladson, não procede a afirmação de que o hospital deixará de ser administrado pelo Estado ou que passará a cobrar pelos serviços prestados. “O atendimento público de saúde no estado é realizado por meio do SUS e dos investimentos do governo do Estado. E continuará sendo prestado de forma gratuita para toda a população, conforme determina a Constituição Federal”, assegurou.

A gestão estadual explicou que as fake news teriam surgido a partir de um estudo técnico realizado pelo governo, que discute a viabilidade de ampliar as especialidades médicas oferecidas na unidade, bem como os custos envolvidos nessa expansão. A análise, segundo o Executivo, não implica qualquer alteração na gratuidade do atendimento.

Na nota, o governo também lamenta que, às vésperas do período eleitoral, informações distorcidas estejam sendo disseminadas com o objetivo de gerar insegurança na população. O Estado informou ainda que adotará medidas para identificar e responsabilizar os autores dos boatos.

A vice-governadora Mailza Assis orientou os moradores da região a buscarem informações apenas em canais oficiais. “É importante que, em casos de dúvidas, a população recorra às rádios públicas, ao site do governo, à agência de notícias oficial e aos perfis institucionais nas redes sociais”, pontuou.