O prefeito de Rio Branco, , deve viajar a Brasília nos próximos dias para participar de uma reunião da cúpula do (PL) que vai tratar diretamente dos cenários para a sucessão estadual no Acre. O encontro é considerado estratégico porque pode definir se o gestor terá legenda para disputar o governo ou se o partido priorizará outro nome na corrida eleitoral.
A agenda partidária ocorre em meio às declarações recentes de Bocalom sobre sua possível saída do cargo e o compromisso de manter, junto ao vice-prefeito , a atual estrutura do secretariado, caso se desincompatibilize. O movimento combina articulação eleitoral com sinalização de continuidade administrativa no comando da capital.
Segundo interlocutores, a reunião contará com a participação do senador , do deputado e do prefeito de Epitaciolândia, . As posições das lideranças locais devem pesar na decisão que será tomada pela direção nacional da sigla.
A palavra final caberá ao presidente nacional do PL, , que deverá indicar se o partido vai concentrar forças na reeleição de Bittar ao Senado ou abrir espaço para que Bocalom dispute o governo com apoio da legenda — ou, alternativamente, liberação para composição em outra sigla aliada.
Nos bastidores, aliados do prefeito afirmam que há pressa por uma definição para reduzir incertezas políticas e administrativas. A avaliação é que a indefinição partidária impacta tanto o planejamento eleitoral quanto a montagem de alianças, além de influenciar o ambiente interno da gestão municipal.
Paralelamente, surgiu a possibilidade de filiação ao . O prefeito de Manaus, , teria convidado Bocalom para disputar o governo pela sigla, caso não haja espaço no PL — partido ligado nacionalmente ao senador . Integrantes do grupo político do prefeito afirmam que a prioridade é permanecer onde está, mas admitem que mudança de legenda não está descartada.
