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POLÍTICA

Aiache diz que redução de salários de secretários só valeria na próxima legislatura e proposta é descartada

Aiache diz que redução de salários de secretários só valeria na próxima legislatura e proposta é descartada

O vereador Aiache (PP) afirmou que a proposta de redução dos salários dos secretários municipais não deve avançar neste momento, após análise sobre os efeitos legais da medida. Segundo ele, mesmo que fosse aprovada agora, a mudança só teria validade na próxima legislatura, sem impacto imediato nas contas públicas.

De acordo com o parlamentar, a ideia inicial era promover economia e converter os recursos em benefícios diretos para a população, mas a legislação impede que a alteração tenha efeito imediato.

“A princípio, a ideia era baixar o salário dos nobres secretários para gerar economia e converter em benefício para a população. Mas, de acordo com a legislação, se a gente conseguir baixar, só vai servir efetivamente na próxima legislatura, ou seja, só daqui a quatro anos”, explicou.

Aiache argumentou que, diante da regra, a proposta perde o sentido prático no curto prazo. “Não adianta mexer com isso agora, porque não vai ter economicidade neste momento. Quem está precisando das ruas, das creches, das escolas, é hoje, não é daqui a quatro anos”, declarou.

O vereador também comentou a repercussão da reunião de parlamentares com a imprensa na semana passada, quando foi registrada a presença de vereadores em plenário em meio à discussão sobre faltas em sessões. Ele negou que tenha havido uma coletiva formal organizada pelos parlamentares.

“Na verdade, não foi uma coletiva. Foi a imprensa que pediu para a gente se reunir e tirar uma foto dos que estavam presentes. Nós somos servidores da população e temos que dar satisfação”, afirmou.

Aiache avaliou que houve falha na comunicação sobre as ausências de alguns vereadores, que, segundo ele, estavam justificadas. “Quase todos justificaram as faltas, estavam em outras agendas e atendendo secretarias. Acho que foi uma falha não ter sido explicado isso na hora, porque as justificativas estavam nos grupos”, disse.