Dados do Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados, mostram que o Acre está entre os estados com maior perda na distribuição de água. São 62,25% de perdas. Já Roraima é o segundo colocado, com 62,51%. Alagoas lidera com 69,86%. O ranking foi elaborado com base em informações coletadas em 2023, mas só divulgado no final do ano passado.
A média nacional de perda na distribuição fechou em 40,31%. Os estados de Goiás (25,68%); Tocantins (30,96%); São Paulo (32,66%); Paraná (33,11%) e o Distrito Federal (31,46%) têm os menores índices. Acompanhados de Santa Catarina (35,31%); Minas Gerais (36,22%); Rondônia (37,03%), Paraíba (37,53%); Mato Grosso do Sul (38,58%); Espírito Santo (38,70%) e Rio Grande do Sul (40,14%).
“Os indicadores revelam que as perdas no Brasil não se distribuem de forma homogênea, refletindo desigualdades territoriais persistentes em infraestrutura, capacidade de investimento e maturidade operacional. Estados que apresentam simultaneamente altos índices de perdas na distribuição e por ligação são mais suscetíveis a desafios estruturais no abastecimento, incluindo maior risco de intermitência, maior pressão sobre mananciais e necessidade de investimentos significativamente superiores para recuperação de eficiência”, destacam os pesquisadores.
Quando se analisa os dados referentes à Rio Branco, observa-se que a capital acreana está entre as 10 cidades com piores índices de distribuição: 56,06% de perda, ocupando o 96º lugar no ranking de melhores e piores índices de perdas na distribuição.
Dados do Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados, mostram que o Acre está entre os estados com maior perda na distribuição de água. São 62,25% de perdas. Já Roraima é o segundo colocado, com 62,51%. Alagoas lidera com 69,86%. O ranking foi elaborado com base em informações coletadas em 2023, mas só divulgado no final do ano passado.
A média nacional de perda na distribuição fechou em 40,31%. Os estados de Goiás (25,68%); Tocantins (30,96%); São Paulo (32,66%); Paraná (33,11%) e o Distrito Federal (31,46%) têm os menores índices. Acompanhados de Santa Catarina (35,31%); Minas Gerais (36,22%); Rondônia (37,03%), Paraíba (37,53%); Mato Grosso do Sul (38,58%); Espírito Santo (38,70%) e Rio Grande do Sul (40,14%).
“Os indicadores revelam que as perdas no Brasil não se distribuem de forma homogênea, refletindo desigualdades territoriais persistentes em infraestrutura, capacidade de investimento e maturidade operacional. Estados que apresentam simultaneamente altos índices de perdas na distribuição e por ligação são mais suscetíveis a desafios estruturais no abastecimento, incluindo maior risco de intermitência, maior pressão sobre mananciais e necessidade de investimentos significativamente superiores para recuperação de eficiência”, destacam os pesquisadores.
Quando se analisa os dados referentes à Rio Branco, observa-se que a capital acreana está entre as 10 cidades com piores índices de distribuição: 56,06% de perda, ocupando o 96º lugar no ranking de melhores e piores índices de perdas na distribuição.
