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POLÍCIA

Quatro são presos em operação da Polícia Civil por assassinato atribuído a facção em Brasiléia

Quatro são presos em operação da Polícia Civil por assassinato atribuído a facção em Brasiléia

Uma operação da Polícia Civil do Acre resultou na prisão de quatro suspeitos apontados como envolvidos na morte de Regina Patrícia Teixeira da Cunha, registrada na madrugada do dia 2 de janeiro, em Brasiléia, no interior do estado. As prisões ocorreram nesta terça-feira, 13, após o avanço das investigações conduzidas pela Delegacia-Geral do município.

Conforme apurado pela polícia, o crime está relacionado à atuação de uma facção criminosa e teria sido motivado por uma suposta quebra de regras internas do grupo. A vítima, segundo as investigações, foi julgada e teve a execução determinada pelos integrantes da organização, que a acusavam de repassar informações às forças de segurança.

Durante o cumprimento dos mandados judiciais, os investigadores identificaram ainda uma quinta pessoa envolvida no esquema criminoso. Essa suspeita, que permanece foragida, teria atuado diretamente no suporte ao crime, fornecendo a faca utilizada no homicídio e a motocicleta empregada no transporte dos executores antes e após a ação.

A ofensiva policial incluiu buscas em um imóvel situado no bairro Eldorado, apontado como base de apoio do grupo criminoso. No local, a Polícia Civil procurou recolher provas que auxiliem no esclarecimento do caso, como a possível arma utilizada no assassinato, equipamentos de monitoramento eletrônico e materiais que podem conter vestígios de sangue, supostamente usados para eliminar evidências.

Segundo o delegado Erick Ferreira Maciel, que preside o inquérito, as prisões preventivas foram solicitadas devido à gravidade do crime e ao risco concreto que os investigados representam para a ordem pública. Ele ressaltou que a execução apresenta características típicas de “tribunal do crime”, prática comum em ações de facções e marcada pela intimidação e violência extrema.

A Polícia Civil segue com as diligências para localizar a suspeita foragida e finalizar o inquérito. De acordo com a investigação, alguns dos presos já colaboraram com as autoridades e admitiram participação no homicídio, o que tem contribuído para o aprofundamento das apurações.