A Polícia Civil do Acre deu início realiza a investigação de auditores da Sefaz Acre e de empresários acusados de participar de um esquema de sonegação de impostos. Agentes de polícia cumpriram mandados na casa de auditores, dentro da SEFAZ e nas casas
Segundo informações de policiais que participaram da operação, dentre os auditores investigados estariam Franscisco Ednaldo (Auditor aposentado), Mauro Ferreira e Israel Monteiro. Os agentes destacam ainda que entre os empresários alvos, o mais conhecidos seriam Francisco Osório (Chicão do Atacadão), Ennyelson (Rota do Boi).
Francisco Alves Osório, o empresário conhecido como "Chicão do Atacadão Rio Branco", teria sido preso em flagrante na última quinta-feira (12), durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão realizado por agentes da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Ordem Tributária e Administração Pública (Defaz), em Rio Branco.
A operação teve início na residência do empresário Francisco Alves Osório, localizada no bairro Bosque. De acordo com informações de autoridade policiais repassada à reportagem, durante as buscas no imóvel, os policiais encontraram uma pistola calibre .380 e munições de calibre 9 milímetros.
A posse das munições, considerada irregular, motivou a prisão em flagrante do empresário.
Após a primeira diligência, os investigadores se deslocaram até a sede da empresa Atacadão Rio Branco, situada no bairro Estação Experimental, onde novas buscas foram realizadas.
No local, de acordo com informações de um agente, os policiais encontraram mais munições, o que reforçou a situação de irregularidade constatada durante a operação.
Francisco Alves Osório é conhecido no setor comercial do Acre por atuar no ramo de distribuição de gêneros alimentícios, estando à frente do Atacadão Rio Branco, empreendimento que abastece parte do comércio da Capital e de municípios do interior do Estado.
A operação foi conduzida pela Delegacia Fazendária, especializada na investigação de crimes contra a ordem tributária e financeira.
No entanto, durante o cumprimento dos mandados, a prisão ocorreu especificamente em razão da posse irregular de munições encontradas pelos agentes.
Após ser detido, o empresário foi conduzido à sede da Delegacia de Investigação Criminal (Deic), onde prestou depoimento e permaneceu à disposição da autoridade policial. Por se tratar de crime relacionado à posse de munição, a situação do investigado deverá ser analisada pela polícia e posteriormente pela Justiça durante audiência de custódia.
Até o momento, a defesa do empresário não se manifestou publicamente sobre o armamento e as munições apreendidas durante a operação
