A deflagração da Operação Draco, pela Polícia Federal, hoje (29/1), contra o deputado federal Eduardo Velloso e o ex-prefeito de Sena Madureira Mazinho Serafim foi autorizada pela ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia.
Os alvos principais foram endereços do parlamentar em Rio Branco e o apartamento funcional dele em Brasília. O gabinete de Velloso não chegou a ser alvo da investigação.
A PF e a Controladoria Geral da União investigam suspeitas de desvios de recursos na ordem de R$ 912 mil, proveniente desse modelo de emenda parlamentar, que permite repasses diretos da União, a chamada emenda PIX.
O dinheiro serviu para contratar empresa responsável por shows em Sena Madureira e foram pagos pela Secretaria Municipal de Cultura.
As suspeitas são de associação a organização criminosa, fraude em licitação, corrupção e lavagem de dinheiro.
