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POLÍCIA

Integrantes de facção criminosa são presos em Rio Branco após aplicar golpes com falsos serviços de eletricista

Integrantes de facção criminosa são presos em Rio Branco após aplicar golpes com falsos serviços de eletricista

Uma quadrilha ligada a uma facção criminosa foi presa na noite de domingo, 24, no Parque de Exposições Wildy Viana (Expoacre), em Rio Branco. O grupo atuava furtando cabos de energia e, em seguida, se passava por eletricista para extorquir moradores e comerciantes com falsos serviços de reparo.

De acordo com a Polícia Militar, Lauro Sousa de Oliveira, 31 anos, foi flagrado por populares no momento em que tentava furtar cabos de um poste de iluminação, nas proximidades da pista de rodeio. Ele foi contido pela população até a chegada da guarnição.

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Durante a tentativa de fuga, Lauro caiu e sofreu um ferimento na cabeça, precisando de atendimento do Samu, que enviou uma ambulância de suporte avançado.

Ao receber os primeiros socorros, o suspeito confessou que já havia realizado outros furtos no local e revelou que repassava os cabos roubados a comparsas, que depois se apresentavam como eletricistas para cobrar até R$ 1.000 por serviços falsos.

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Na sequência da ocorrência, os policiais abordaram um Renault Kwid prata, onde estavam Leandro da Silva Barros, Thalisson Almeida de Oliveira, Diego André de Aguiar Nascimento e Sydney Castro de Lima. Todos foram reconhecidos por testemunhas como integrantes do esquema criminoso.

Segundo moradores, esta já seria a quarta vez que o grupo aplicava o golpe na região. Após os furtos, a quadrilha oferecia “reparos” e a população se via obrigada a pagar, já que a concessionária de energia, a Energisa, informava não ter competência para atuar dentro da área do Parque de Exposições.

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Após receber atendimento médico na UPA do Segundo Distrito, Lauro foi colocado sob escolta policial. Durante a checagem, o Tenente Eliábi, do Comando de Patrulha, constatou que o suspeito possuía um mandado de prisão em aberto. Ele e os demais detidos foram encaminhados à Delegacia Central de Flagrantes (Defla), onde ficaram à disposição da Justiça.