O custo da cesta básica aumentou em todas as 27 capitais brasileiras no mês de março deste ano, segundo levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), realizado em parceria com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
No Acre, o destaque é para Rio Branco, onde o valor médio ficou em R$ 641,15, um dos mais baixos do país.
Apesar de não figurar entre as capitais mais baratas, Rio Branco aparece em posição intermediária, com custo inferior ao registrado em grandes centros. As cestas mais caras foram identificadas em São Paulo (R$ 883,94), Rio de Janeiro (R$ 867,97) e Cuiabá (R$ 838,40).
Por outro lado, os menores valores foram observados em Aracaju (R$ 598,45), Porto Velho (R$ 623,42) e São Luís (R$ 634,26), evidenciando diferenças regionais significativas no custo da alimentação básica.
Na região Norte, os preços também variaram consideravelmente. Enquanto Belém registrou R$ 700,68 e Boa Vista R$ 680,01, cidades como Manaus (R$ 675,56) e Macapá (R$ 672,06) apresentaram valores próximos ao de Rio Branco.
Outro dado que chama atenção no levantamento é o valor do salário mínimo necessário para garantir o sustento de uma família de quatro pessoas. De acordo com o DIEESE, o montante ideal deveria ter sido de R$ 7.425,99 em março, muito acima do salário mínimo vigente no país.
