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As maiores conquistas do esporte acreano

As maiores conquistas do esporte acreano

Quando se fala em esportes, o Acre é um verdadeiro expoente de talentos não apenas para a região Norte como para todo o Brasil. Ao longo dos últimos anos, atletas, equipes e até assistentes técnicos protagonizaram conquistas em âmbitos nacional, continental e mundial em diferentes modalidades.

Seja através de feitos coletivos ou individuais, atuando direta ou indiretamente no campo de jogo, a participação de acreanos garantiu que a história fosse escrita em algumas das maiores competições do passado e do presente, abrindo espaço para que o futuro possa ser ainda mais repleto de glórias para o povo do estado.

Poker

Inaugurado em 2013 pela Confederação Brasileira de Texas Hold'em, categoria mais popular do quinto esporte da mente, o Campeonato Brasileiro de Poker por Equipes é a principal competição coletiva do jogo de cartas no país. Em suas nove edições, sete equipes diferentes já faturaram o título, e o Acre foi uma delas, levando o caneco em 2015 ao formar uma seleção combinada com o estado de Rondônia.

Na ocasião, os campeões terminaram o torneio com 109 pontos, contra 90 do vice-campeão Sergipe e 83 do terceiro colocado, o Distrito Federal. O elenco foi composto por seis jogadores de Rondônia (Caio Hey, Maicen Teixeira, Marciano Vannucci, Tiago Magalhães, Fernanda Filiputti e Kennedy Coutinho) e o representante do Acre, Valder Bessa, que atuou também como técnico e teve participação decisiva para a vitória.

Vôlei

Nas quadras, o grande nome do estado do Acre foi o ponta, oposto e central Carlão. Com a camisa da seleção brasileira, foi campeão olímpico em Barcelona-1992 como capitão do time. Ainda faturou sete Campeonatos Sul-Americanos, uma Liga Mundial e uma Copa América. Individualmente, o acreano foi eleito o melhor jogador do Brasil em 1986, 1989 e 1994, mesmo ano em que foi considerado o melhor do mundo.

Fisiculturismo

Principal atleta da categoria Classic de fisiculturismo no Brasil, Ramon Dino também tem se destacado no cenário internacional. Em 2023, ele faturou o título do conceituado Arnold Sports, nos Estados Unidos, e recebeu o prêmio das mãos de ninguém menos do que o astro Arnold Schwarzenegger, que dá nome à competição. O "Dinossauro do Acre" foi o primeiro brasileiro campeão da história do evento.

Além disso, ele ficou com o vice-campeonato nas duas últimas edição do Mr. Olympia, concurso realizado anualmente pela Federação Internacional de Fisiculturismo (IFBB), se tornando também o único representante tupiniquim a subir no pódio em quase 60 anos de história na disputa masculina. Entre as mulheres, a paranaense Francielle Mattos é a atual tricampeã na categoria Wellness.

Futebol

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No futebol, o Acre já viveu seus momentos de glória coletiva e individualmente. Em 1997, Rio Branco faturou de forma invicta a extinta Copa Norte, batendo de virada na decisão o Remo, em pleno estádio Mangueirão, em Belém (PA). Um dos gols do Estrelão foi marcado pelo atacante Vinicius, um dos maiores ídolos do clube.

A conquista garantiu ao time alvirrubro uma vaga na Copa Conmebol (equivalente à atual Copa Sul-Americana) daquele mesmo ano. Apesar de ser eliminado na primeira fase, o Rio Branco não fez feio diante de sua torcida no estádio José de Melo e caiu apenas na decisão por pênaltis para o Deportes Tolima (COL).

Depois de 25 anos, um atleta acreano fez história, se tornando o primeiro jogador do estado a participar de uma Copa do Mundo. Trata-se do goleiro Weverton, do Palmeiras, que não apenas foi convocado por Tite como entrou no meio do jogo de oitavas de final do Mundial de 2022 contra a Coreia do Sul, em vitória brasileira por 4 a 1. Além disso, foi o arqueiro titular na conquista inédita da medalha de ouro do futebol masculino, nos Jogos Olímpicos do Rio-2016.

Jiu-jitsu

Uma das maiores conquistas do Acre em qualquer esporte aconteceu nos tatames em 2022, quando o mestre Jandervan Maia faturou o Campeonato Sul-Americano de Jiu-Jitsu. O talento do experiente atleta de 51 anos, no entanto, não se aplica somente a ele e se estende pela família, já que sua filha Wendy havia se tornado três anos antes a primeira mulher faixa preta do estado na modalidade.