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Acidente com criança revela situação alarmante: ambulâncias do SAMU estariam quebradas em Tarauacá

Acidente com criança revela situação alarmante: ambulâncias do SAMU estariam quebradas em Tarauacá

Um vídeo extremamente forte chegou à redação do notícias da hora neste domingo onde mostrando uma criança com a cabeça gravemente ferida após um acidente envolvendo o motor de um barco. As imagens, que rapidamente geraram indignação entre moradores, reacende à precariedade do atendimento de urgência no município de Tarauacá.

De acordo com relatos enviados à reportagem, após o acidente foi solicitada uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). No entanto, a informação repassada à comunidade foi de que todas as ambulâncias estariam em manutenção, impossibilitando o atendimento imediato da vítima.

Diante da situação, moradores tiveram que buscar ajuda em outro município. Segundo relatos, foi necessário pedir socorro em Cruzeiro do Sul, já que não havia viatura disponível para realizar o atendimento emergencial no momento do acidente.

A vereadora Veinha do Valmar, ouvida pela reportagem, classificou a situação como inadmissível e afirmou que a falta de estrutura coloca a população em risco.

“Deixa eu te dizer, está em uma situação triste, muito triste. Mesmo sendo a terceira maior cidade do estado, não tem uma ambulância. Aconteceu um acidente com essa criança e não tinha ambulância para socorrer. Tivemos que pedir socorro de Cruzeiro do Sul”, relatou.

A parlamentar também denunciou que a comunidade da região do Rio Gregório enfrenta dificuldades semelhantes. Segundo ela, havia um veículo disponível no posto de saúde da localidade, mas o automóvel teria sido retirado.

“No posto de saúde do Gregório tinha um carro, e o prefeito tirou dizendo que ia colocar outro lá. Até hoje não colocaram. A comunidade está à mercê dessa situação”, afirmou.

Ainda segundo a vereadora, a ausência de veículos para atendimento emergencial representa um risco constante para moradores da zona urbana e também das comunidades mais afastadas.

“Isso é um absurdo. Não podemos admitir uma situação dessas. É uma falta de vergonha com a população”, concluiu.